Cerca de 20 mil trabalhadores são submetidos ao trabalho escravo no Brasil – Advocacia Trabalhista Curitiba – Zavadniak & Honorato Advogados Trabalhistas Curitiba
Condições desumanas de trabalho, jornadas excessivas e, por vezes, a privação de liberdade por dívidas fazem parte da realidade de cerca de 20 mil trabalhadores no Brasil que compõem a chamada escravidão contemporânea, segundo dados do Ministério Público do Trabalho. O trabalhador não tem conhecimento sobre seus direitos e torna-se impossível reivindicá-los, explica o representante do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT), Cláudio Secchin, durante palestra sobre o tema no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR), na manhã desta quinta-feira.
A Oficina de Sensibilização - Trabalho Decente e a Coletivização do Processo acontece na Escola Judicial do TRT-PR (Avenida Vicente Machado, 147) até esta sexta-feira. Com iniciativa da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE) - ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República - em parceria com as Escolas Judiciais dos Tribunais Regionais do Trabalho do país, as oficinas vêm sendo realizadas desde 2009, com o objetivo de construir um espaço de sensibilização para que cada um possa atuar em prol da coibição deste tipo de prática trabalhista, ressalta o juiz do Trabalho Leonardo Vieira Wandelli.
No Paraná, de acordo com o auditor fiscal do trabalho Cláudio Secchin, em áreas onde há a extração da erva mate, pino e cana de açúcar, ainda é possível encontrar trabalhadores em condições análogas à de escravo. Separar o bom empregador do empregador que explora é algo muito difícil porque a bancada ruralista não admite que isto ocorra de fato, relata Secchin. Ele ainda explica que o empregador que for autuado por submeter trabalhadores a este tipo de prática ficará inserido durante dois anos no Cadastro de Empregadores, que poderá ser consultado por diversos órgãos governamentais, a fim de o empregador não se favorecer de nenhum tipo de benefício fiscal, e sinta-se de fato, um explorador.
A oficina contou ainda com a participação do coordenador-geral da CONATRAE, José Armando Fraga Diniz Guerra; do auditor fiscal do trabalho, Edson Luiz Endres; do advogado da União, Marcus Vinicius Corrêa Bittencourt; do juiz do trabalho Paulo Henrique Kretzschmar e Conti e da juíza do trabalho Sandra Mara Flügel Assad.
Advocacia Trabalhista Curitiba – Zavadniak & Honorato Advogados Trabalhistas Curitiba
Advocacia Especializada – Robson Zavadniak advogado
(41) 3233-0329
Av. Marechal Floriano Peixoto, 228 / cj. 302
Centro - Curitiba/PR -CEP 80.010-130
www.ZHadvogados.com.br / contato@zhaadvogados.com.br / facebook.com/zavadniak
Condições desumanas de trabalho, jornadas excessivas e, por vezes, a privação de liberdade por dívidas fazem parte da realidade de cerca de 20 mil trabalhadores no Brasil que compõem a chamada escravidão contemporânea, segundo dados do Ministério Público do Trabalho. O trabalhador não tem conhecimento sobre seus direitos e torna-se impossível reivindicá-los, explica o representante do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT), Cláudio Secchin, durante palestra sobre o tema no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR), na manhã desta quinta-feira.
A Oficina de Sensibilização – Trabalho Decente e a Coletivização do Processo acontece na Escola Judicial do TRT-PR (Avenida Vicente Machado, 147) até esta sexta-feira. Com iniciativa da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE) – ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – em parceria com as Escolas Judiciais dos Tribunais Regionais do Trabalho do país, as oficinas vêm sendo realizadas desde 2009, com o objetivo de construir um espaço de sensibilização para que cada um possa atuar em prol da coibição deste tipo de prática trabalhista, ressalta o juiz do Trabalho Leonardo Vieira Wandelli.
No Paraná, de acordo com o auditor fiscal do trabalho Cláudio Secchin, em áreas onde há a extração da erva mate, pino e cana de açúcar, ainda é possível encontrar trabalhadores em condições análogas à de escravo. Separar o bom empregador do empregador que explora é algo muito difícil porque a bancada ruralista não admite que isto ocorra de fato, relata Secchin. Ele ainda explica que o empregador que for autuado por submeter trabalhadores a este tipo de prática ficará inserido durante dois anos no Cadastro de Empregadores, que poderá ser consultado por diversos órgãos governamentais, a fim de o empregador não se favorecer de nenhum tipo de benefício fiscal, e sinta-se de fato, um explorador.
A oficina contou ainda com a participação do coordenador-geral da CONATRAE, José Armando Fraga Diniz Guerra; do auditor fiscal do trabalho, Edson Luiz Endres; do advogado da União, Marcus Vinicius Corrêa Bittencourt; do juiz do trabalho Paulo Henrique Kretzschmar e Conti e da juíza do trabalho Sandra Mara Flügel Assad.
Advocacia Trabalhista Curitiba – Zavadniak & Honorato Advogados Trabalhistas Curitiba
Advocacia Especializada – Robson Zavadniak advogado
(41) 3233-0329
Av. Marechal Floriano Peixoto, 228 / cj. 302
Centro – Curitiba/PR -CEP 80.010-130
www.ZHadvogados.com.br / contato@zhaadvogados.com.br / facebook.com/zavadniak

